
Thursday, October 29, 2009
Sunday, October 25, 2009
When sadness comes…

The colors, the images style is totally different from the digital, and, each individual image contains some kind of magic…
Friday, September 25, 2009
Thursday, September 17, 2009
Friday, September 11, 2009

Well, I don’t like to write to much, so………..”hasta la vista”
Wednesday, August 26, 2009
Monday, August 24, 2009
Tuesday, August 18, 2009
phallocentrism
It’s about a common question for every man, the relation with your own sex. The term used is “phallocentrism” that describes a unmeasured preoccupation about the size, form or appearance of the “phallus” as symbol of masculinity and virility. So this is an intimate aspect from the relation of every man with the own body, and is an interesting theme to work about, psychological certainly and without doubts.
Monday, August 10, 2009
Tuesday, July 14, 2009
Friday, July 10, 2009
Friday, June 26, 2009
Monday, June 1, 2009
Sunday, May 17, 2009
Monday, April 20, 2009
Tuesday, April 14, 2009
Saturday, April 11, 2009
Wednesday, February 4, 2009
Baú de memorias
Como resultado surgiram algumas fotos interessantes que agora e sem pudor algum vou passar a postar. Não são nada de artístico, nem têm nenhum rigor fotográfico, ate porque a maquina não o permitia, e tirar fotos a nos próprios é algo que requer muitas tentativas até conseguir algo que nos agrade.
Deixarei aqui então e por agora três dessas fotografias, e deixarei as restantes para os próximos posts.
Friday, December 5, 2008
Tuesday, December 2, 2008
“Golem/homuncúlo” O ser hermético 2008
"…o mundo que reservas no teu interior, esconde segredos para além da tua e da minha imaginação…"
Como já referi anteriormente, sou natural de uma pequena vila do interior. É uma terra com uma forte componente multicultural. É uma terra conhecida principalmente pela sua comunidade judaica. Neste trabalho reúno alquimia com mitologia judaica. A referência ao Golem, criatura da mitologia judaica com referencia também na alquimia, refere-se a um ser criado artificialmente através de matéria inanimada. Pretendo com este trabalho fazer a analogia à construção do falso ou artificial na personalidade humana. A referência ao ser hermético, remete para a alquimia, para o saber escondido reservado só a alguns. Pretendo para esta comparação, fazer referência ao ser interior em cada um de nós, a parte de nós que ocultamos ou reservamos. Remete para personalidades escondidas, como a homossexualidade, os medos que não queremos transparecer, a psicopatia de algumas pessoas, etc. Remete também para a personagem que por vezes construímos á nossa volta para esconder ou escamotear a nossa verdadeira realidade.
Este trabalho surge também como um convite à exploração do nosso próprio íntimo, do nosso interior. Um apelo á descoberta do ser hermeticamente guardado dentro de cada um de nós. Este convite à introspecção, apela ao auto-conhecimento. Sugere que olhemos mais vezes para o nosso interior como forma de encontrarmos respostas às nossas dúvidas. Como será possível conhecer o que quer que seja se não nos conhecermos, primeiro que tudo a nós mesmo? Denoto na nossa sociedade que as pessoas preocupam-se em conhecer o que as rodeia, contudo, esquecem-se de se conhecerem primeiro a elas mesmas.
“Bad Apple – where is the snake?”
"…o podre do teu ser que te corrompe a alma e te corrói o corpo…"

Fiz referência algures à expressão popular "ter duas caras como o feijão", nada que se adeqúe mais a este trabalho. Neste trabalho deixei os lápis de cor de lado e utilizei a técnica da aerografia usada por muitos artistas que se dedicam à pintura hiper-realista. Este trabalho é uma
verdadeira analogia á falsidade, digamos que representa uma pessoa de rosto sereno, como que se tratasse de uma capa, mas que esconde por dentro uma malícia capaz de nos ferir tão rápido como o ataque de uma cobra. É a justa representação das pessoas movidas por interesses, a tal referência à dupla personalidade não clínica. O título não pode ser dissociado da obra visto que lhe confere uma outra dimensão. Faz referencia á bela maça vermelha e brilhante que na realidade está podre por dentro. A pergunta que se faz, tem um sentido crítico, pergunto de novo: onde está a cobra? (Faço-me entender?)
“Mors Vs Vita – Consciência do fim” …a inconstância da vida á passagem do tempo…
“Construindo uma segunda personalidade” Auto-retracto
Desde que comecei a introduzir o tema psicologia no meu trabalho, seleccionei algumas áreas nas quais o meu interesse mais se centrou. Confesso que desde sempre o tema da loucura, da esquizofrenia e da personalidade me atraiu. Por mais mórbido que isso possa parecer, sinto-me atraído e até curioso de como será a visão que essas pessoas têm do mundo, como será que elas vêm o mundo que as rodeia? Qual a percepção que elas têm do que acontece à sua volta? Não posso deixar de ter representado dentro da minha mente, as imagens dos filmes de terror e suspense ao género de Hitchcock, ainda de há umas décadas atrás, a preto e branco, em que os corredores se alongavam e pareciam ter nao fim, das paredes saiam mãos que nos tentavam agarrar e do vazio do escuro parecia haver algo que nos assustava e nos expiava. Tenho para mim, como espectador, que na presença de tais imagens não posso deixar de me sentir claustrofóbico e observado.
Acho que é essa a imagem que tento passar para os meus trabalhos através da linguagem gráfica que utilizo. A utilização das estruturas arquitectónicas que parecem prolongar-se para o infinito devido ao abuso da perspectiva, é justamente a analogia a esses corredores que no cinema pareciam alongar-se como se a saída fugisse de nós (tenho para mim, quando confrontado com tal imagem, uma sensação de "não haver fuga possível"). Essas estruturas traduzem o sentimento de solidão e isolamento, que contudo não transmitem segurança. O ambiente fantasmagórico traduzido por essas estruturas, quase que nos remetem para o abismo levando-nos para a escuridão à medida que se prolongam para o infinito. A questão da dupla personalidade, tratada aqui neste trabalho, remete-me para os confrontos interiores de uma personalidade não assumida, ou mesmo para os casos de esquizofrenia (dou varias vezes por mim a pensar como será o mundo de uma pessoa com esse tipo de distúrbios). Contudo há também uma crítica implícita neste trabalho, uma critica à sociedade actual, a sociedade do isolamento e das depressões que levam à loucura, a sociedade na qual as pessoas desenvolvem uma segunda e falsa personalidade de forma a entrarem noutros ambientes ou movidas por interesses. Por vezes questiono-me a quando das verdadeiras intenções das pessoas, já vivi alguns dissabores graças a isso, lá está a velha expressão " têm duas caras como os feijões". As estruturas arquitectónicas remetem aqui para a construção, não para a construção da arquitectura ou de objectos, mas para a construção da personalidade, aqui, de uma segunda personalidade. O ser humano traz sem dúvida algumas capacidades inatas, contudo o ser humano como pessoa, é fruto do meio que o rodeia, recebendo conhecimentos através da interacção com o meio. Pode-se dizer que o ser humano é fruto do meio em que nasce, é aí que ele se vai formar em quanto pessoa.
despojados de espirito
Em 2006 recorri pela primeira vez a esta técnica, um pouco pela falta de recursos, um pouco por experimentação. Para além da técnica do manuseamento dos lápis de cor, adoptei as estruturas arquitectónicas que se encontram presentes no lado esquerdo do desenho e adapto-as à maioria dos trabalhos desde então. Estas estruturas sombrias e melancólicas para além de representarem a solidão e o isolamento do ser humano actual, representam acima de tudo a construção (entenda-se a construção ou reconstrução da personalidade). A perspectiva abrupta em que estas se encontram, representam o desenvolvimento contínuo e infinito, contudo não quero falar de simbologias que só para mim fazem sentido.
Este foi o trabalho que marcou a viragem na minha linguagem gráfica. Trata-se de um trabalho que relata a solidão e o isolamento do ser contemporâneo, despojado do seu espírito. Embora não dê grande destaque a este trabalho em termos formais, é bastante importante no que diz respeito ao desenvolvimento de uma nova linguagem no meu trabalho.
Wednesday, October 22, 2008
Dark Project
auto retrato em pintura digital 2007
M. Angélus
Monday, October 20, 2008
Trabalhos antigos
Wednesday, October 15, 2008
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M. Angélus
Monday, October 6, 2008
recuperando trabalhos antigos

Saturday, September 27, 2008
M.Angélus-continuaçao do post anterior!

Friday, September 12, 2008
Há alguns meses atrás comecei uma nova serie de trabalhos a duas cores, que são um derivação do meu trabalho. Estes, por enquanto projectos destinam-se a uma futura adaptação á gravura.
Tinha evitado ate agora postar e publicar estas series de trabalhos mais recentes por motivos já explicados anteriormente, contudo agora estou mais seguro de mostra los.
Como já vem sendo normal no meu trabalho, a estruturas arquitectónicas,as perspectivas abruptas e os jogos de luz quase impossíveis estão presentes, assim como a abordagem á psicologia. Nesta serie de trabalhos abordei a área pela vertente da psicologia da percepção, optando por contornos ilusórios, que sugerem formas não perceptíveis directamente, sendo apenas sugeridas e deixando que o espectador conclua por ele mesmo o que a sua mente lhe sugerir. As imagens presentes são bastante directas, tendo um profundo cariz sexual na sua base, embora por vezes a percepção do mesmo possa não ser directa.
O meu interesse por este género de trabalho não está na imagem em si, mas no entendimento e na percepção que os espectadores têm ao serem confrontados com uma imagem bi-cromática e ambígua, formada apenas por contornos ilusórios, que apenas sugerem uma determinada imagem, a conclusão será processada pelo cérebro do espectador, tendo como base as suas vivências e experiências, assim como as suas apetências perceptíveis.
Esta serie ainda se encontra em processo de desenvolvimento, e será composta por 10 ou mais imagens com o mesmo cariz, com o fim de serem reproduzidas através de gravura.
Como ainda não terminei a serie ainda não pensei muito em nomes, pelo que aceito algumas sugestões.
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M.Angélus
Wednesday, September 10, 2008
No abismo
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"No final,
Ao seres confrontado com a tua própria destruição,
Olharás para o vazio
Vislumbrando o soturno horizonte.
Á tua volta,
Apenas restarão as ruínas do teu mundo.
Por fim,
Lançar-te-ás no profundo abismo,
Só então compreenderas,
O teu poder, a tua humanidade e a tua grandeza,
Serás grande perante tudo á tua roda,
Perante tudo, perante todos, perante o mundo.
Mas não há como voltar a traz,
Simplesmente não podes parar a meio do abismo,
E tu bem sabes…
Lá em baixo,
Só a morte para te abraçar."
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novas series
M.Angélus
os eternos inacabados
primeiro trabalho como designer

a partir de agora publicarei os meus trabalhos aqui no blog para que possa chegar ao maior numero de pessoas, em especial aquelas que frequentam o blog.
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M.Angélus
Tuesday, September 9, 2008


que insanidade percorre a minha mente! que imagem corrompe o meu corpo! que devaneio nocturno se apoderou de mim! sou assombrado por uma realidade irreal que de tão real torna a realidade irreal. que devaneio me domina! que poder domina e corrompe as minhas palavras! será este tormento real? Saturday, September 6, 2008
a minha nova Sigma SD14
Após tanto comentário negativo á maquina, meti mãos a obra e decidi pedir a opinião de vários profissionais por todo o mundo, surpreendentemente, todos eles classificaram a maquina como uma boa aquisição. Na verdade há uma grande guerra de marcas nesta área, e tudo o k não seja Nikon ou Canon é posto de parte, muitas das vezes sem razão aparente, mas quem sou eu para falar, a minha primeira opção foi mesmo para a Nikon D80 e Canon 400D.
Contudo quando vi esta maquina foi como se fosse amor á primeira vista, pelo seu estilo antigo, pela inovação do sensor Foveon que dentro do digital é o que mais se aproxima da fotografia com filme, e todo o fervor quase religioso á volta desta maquina. Há aqueles que idolatram a maquina e há aqueles que dizem mal. Contudo foi a minha opção e não me arrependo, até porque perto de uma reflex, mesmo a pior, as demais comeras ficam por melhor k sejam não se comparam sequer.
Agora aqui ficam algumas fotos minhas e das minhas sobrinhas, as primeiras com esta magnifica maquina que gera tanta controvérsia, na maioria dos casos, por parte de pessoas que nunca lhe puseram a mão em cima e que por preconceito continuam agarrados a nikons e canons só por serem um golpe seguro!!!!Friday, July 25, 2008
Gothic poetry from 2006

Lost child
Á luz do dia brincava uma criança,
Com a alma repleta de sonhos e esperança.
Mas as travas caíram e a criança morreu,
Nascendo o anjo caído que hoje sou eu.
A criança que antes brincava, esta hoje morta e enterrada,
E num túmulo, frio, de pedra, espera ser acordada.
Não chores por ela pois há-de renascer,
Chora por aqueles que a fizeram sofrer.
M. Angélus
Friday, July 4, 2008
Hoje abri-te a porta do meu coração
e apresentei-te ao vazio.
Hoje cobri-te com as asas de um anjo
e mostrei-te o abismo.
Hoje molhei-te com as lágrimas dos meus olhos
e lancei-te ao oceano.
Depois lutei por ti
contra ventos e marés,
contra tudo e contra todos
contra Deus,
contra o diabo
contra mim.
Por ti morri mil vezes,
mandei milhões para a morte,
matei centenas de inocentes.
Hoje remei por ti e para ti,
e hoje reuni-me a ti,
para que as lágrimas não sequem nos meus olhos,
para que o meu vazio sempre se abra para ti,
e para que o abismo sempre nos abrace.
Porque neste lugar soturno
somos um só,
para toda a eternidade....
Sunday, June 15, 2008

Sou semente ao vento
corpo vazio,
sou pobre inocente,
sou cachorro vadio.
Sou vento do norte,
tormento na noite,
sopro de inverno.
Sou algo inerte,
corpo sem vida,
sou um indigente
sou alma perdida.
sou lixo
sou mágoa
sou saudade e remorso,
sou tristeza...
melancolia,
aqui.
no espaço vazio que ficou...
M. Angélus
Friday, March 21, 2008

Mórbida alma é a minha sem ti,
letárgico ser, humilde criança.
Procuro o som da tua voz no silencio,
luz guia na noite, minha vida.
Procuro teu rosto triste criança,
mulher feita, dama da noite,
procuro o teu colo,
sentir teu corpo,
olhar nos teus olhos
e ver-me. Eu; pobre ser,
reflectido na tua alma.
Passo em frente,
caio ao abismo,
morro uma vez mais;
mas não me importa...
na tua alma...
sou eterno...
Friday, December 21, 2007
"...arte é sufrimento..." Angelus

Marina abramovic, é uma artista nascida em Belgrado (Jugoslávia) que vive e trabalha actualmente na Holanda. Actualmente, é uma artista muito bem cotada no panorama artístico, expondo em grandes museus como o Guggenheim e o museum of comtemporary art of Chicago.
Abramovic trabalha fundamentalmente na área performativa cenicó-corpórea, transformando o seu corpo e a sua vida, no seu suporte para a arte. Abramovic explora, no seu trabalho, os limites suportados pelo corpo humano, expondo o seu próprio corpo á dor e á auto flagelação, chegando por vezes a ultrapassar o limite do fisicamente suportável.
"...o corpo sofre..."
A arte é sofrimento, por vezes a inspiração não nasce espontaneamente, é necessário procura-la e provocá-la. O corpo é apenas o meio através do qual a arte se manifesta, por isso não há que ter pena, nem hesitar a quando de ser necessário injuria-lo. Este é a penas a parte mortal da nossa existência, a arte será o transporte para a nossa imortalidade.
M. Angelus
Monday, December 3, 2007
Sunday, November 18, 2007
Friday, October 26, 2007




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